O PMBOK não ensina a gerenciar projetos — padroniza a linguagem com que eles são discutidos. Sem esse vocabulário comum, levantamento, orçamento e cronograma viram interpretação individual. Primeiro artigo da série de 40.
Índice central da série: 40 artigos em 20 semanas trazendo o PMBOK para o desenvolvimento de software, ERP e migração de legados — sem jargão de certificação.
A IA cortou o custo de escrever uma mudança. Não cortou o custo de decidir se ela deveria existir. Com implementação quase grátis, o gargalo migrou para análise de impacto, revisão e aprovação.
Software legado não aceita mudança isolada: análise de impacto, dependências invisíveis, regressão, homologação e rollback antes do deploy em ERP maduro.
A alteraçãozinha de tela carrega efeito cascata de banco, API, testes e integrações. Análise de impacto e baseline separam mudança planejada de estrago.
Depois de décadas de ERP, o banco de dados vira a arqueologia da empresa — e antes de apagar aquela coluna inútil criada em 2007, descubra por que alguém precisou criá-la.
Sistema que cai todo mundo percebe. O erro silencioso segue emitindo nota, baixando estoque e processando pedido errado por semanas — até o cliente achar. Por que o log técnico não basta: observabilidade de negócio e auditoria de dados.